A demanda de passageiros transportados por ônibus nas cidades brasileiras nos últimos anos viu um mar de pessoas serem engolidas por tubarões vorazes (automóveis e motos) e ainda o surgimento de milhares de sanguessugas (transporte clandestino), que nos desculpem as sanguessugas é claro!
Neste oceano de incertezas muitas operadoras resolveram investir pesado na tão propalada era do cliente. Renovação de frotas, capacitação de colaboradores e novas tecnologias deram as empresas um novo fôlego, mas é claro todo bom prato de frutos do mar é bom e bem caro.
Os sistemas da bilhetagem eletrônica trouxeram uma tecnologia capaz de tornar as viagens mais ágeis, aumentando a velocidade operacional, possibilitando um maior controle sobre as gratuidades e eliminando boa parte das fraudes, diga-se de passagem, um polvo enorme que ao contrário daquele que faz previsões futebolísticas vem estragulando muitas operadoras mar afora, digo país afora!
Mas uma vez o peixe pescado, precisa ser vendido, e vender às vezes é mais complicado.
A bilhetagem eletrônica é mais do que uma simples automação de sistemas de cobrança tarifária, ela é uma grande possibilidade para as operadoras se aproximarem de seus clientes e adotarem em suas regiões de atuação uma identidade sólida junto as comunidades. Tudo isto se resume em duas palavras: INFORMAÇÃO PERENE - aquela que possui um fluxo constante e se preocupa não apenas no bom entendimento por parte do cliente mas, principalmente, em trazer o retorno da pescaria para o caixa da empresa.
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